segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Literatura brasileira com REA

Possuo a formação na área de Ciências e Letras Inglês, Português e Literatura; Leciono para o Ensino Fundamental a disciplina de Literatura e atualmente estudo sobre Curadoria Digital e Recursos Educacionais Abertos. Utilizei o Portal do professor (http://portaldoprofessor.mec.gov.br), por ser um repositório completo e que disponibiliza um conjunto riquíssimo de REA sobre a obra machadiana.
 Realizada a curadoria  dos recursos educacionais, os links serão disponibilizados  no blogger (https://entrelavrasepalavras.blogspot.com/2019/02/literatura-brasileira-com-rea.html)

Foram escolhidas três ferramentas de  recursos educacionais abertos sobre Machado de Assis para ser trabalhada no decorrer do bimestre, com o objetivo de transmitir a grandeza de sua vida e obra, ao mesmo tempo em que contextualizando as adversidades no início de sua carreira como escritor. 


   Machado de Assis [Categorias Literárias]: 

Fonte: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnica.html?id=9266
Educação Básica e Ensino Médio
Resumo: Estudantes de Língua Portuguesa (BibVirt), aborda o escritor Machado de Assis e sua obra "Dom Casmurro". Comenta algumas das características dos personagens, da sociedade e do contexto histórico
ObservaçãoDuração: 4 min. Apoio: Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo. Colaborador(es): Sueli Lopes e Ana Paula Leite de Camargo (Apresentação); Sueli Lopes e Maria José Machado (Seleção de textos); André Luís Santos (Trilha sonora); Vagner de Paula (Sonoplastia)

Palavras-chave: [Machado de Assis, Início do século XVII, características]

Autores: Santos, Isabel Pereira dos Camargo, Ana Paula Leite de
Licença: Os materiais de domínio público podem ser redistribuídos livremente, desde que não sejam alterados e que façam menção à Biblioteca Virtual do Estudante de Língua Portuguesa, com a sua respectiva URL e os dados sobre a obra. Já os materiais sob autorização podem ser utilizados apenas para fins pessoais/educacionais e não devem ser redistribuídos sem nossa permissão por escrito



O homem por trás do mestre

Fonte: http://www.livroclip.com.br/index.php?acao=hotsite&cod=4 
Educação Básica::Ensino Fundamental Final::Língua Portuguesa::Língua oral e escrita: prática de escuta e de leitura de textos Cinco estrelas
Idioma: PortuguêsDescrição: o vídeo apresenta um pouco da vida e obra do escritor Machado de Assis
Resumo:conhecer sobre a vida e obra de Machado de Assis, através do uso de uma linguagem atual, estabelecendo uma melhor comunicação entre a literatura clássica brasileira e o público jovem
Palavras-chave: [Dom Casmurro, Romance, Literatura, Retoque comunicação, Machado de Assis, Capitu, Mistério, LivroclipeObservação: Plugin: Flash Player Tempo de duração:00:02:30
Autor: Retoque comunicação
Licença:Raphael Nercessian de Oliveira, autor deste objeto, autoriza através de e-mail, a utilização e publicação deste recurso





Dom Casmurro
Educação Básica::Ensino Médio::Literatura::Literatura brasileira, clássica e contemporânea: criações poéticas, dramáticas e ficcionais da cultura letrada. Língua Portuguesa::Língua oral e escrita: prática de escuta e de leitura de textos. 
Resumo: O vídeo sobre a obra Dom Casmurro, do escritor Machado de Assis. Apresentando os personagens e a situação conflituosa de forma contextualizada
Palavras-Chave: [Dom Casmurro, Romance, Literatura, Retoque comunicação, Machado de Assis, Capitu, Mistério, Livroclip]
Observação: Plugin: Flash Player Tempo de duração:00:02:30
Autor: Retoque comunicação
Licença: Creative Commons - Atribuição-Uso Não-Comercial-Compartilhamento pela mesma Licença 2.5 Brasil

Como podemos visualizar nos campos resumo e palavras chaves, encontrado em de cada um dos recursos selecionados dos existentes no Repositório Portal do Professor, o primeiro recurso podemos destacar que contém um áudio trata-se de um vídeo que poderá ser utilizado pelo professor para apresentar aos seus alunos e também detalhes interessantes de sua obra "Dom Casmurro". Há a menção de gêneros discursivos e textuais: narrativo, argumentativo, descritivo, injuntivo, dialogal e menção de nossa formação dentro do processo histórico envolvendo nações e nacionalidades. O segundo vídeo poderá ser utilizado para apresentar características  marcantes e as fases pelas quais o escritor Machado de Assis percorre em sua trajetória como escritor e aproximar os alunos da linguagem aprofundada da época.  Já o terceiro recurso tem por objetivo despertar o interesse do aluno em relação à obra Dom casmurro a ser trabalhada no bimestre, mostrando as principais personagens do romance com uma roupagem extremamente convidativa.



domingo, 24 de junho de 2018

Compartilhamento do Conhecimento Habilitado pela Tecnologia para Inovações Educacionais Abertas Sustentáveis

Como podemos tirar o máximo de uma vasta gama de tecnologias e dos mais recentes resultados de pesquisas para tornar os aspectos invisíveis de ensino e aprendizagem ainda mais visíveis e compartilháveis?

Quanto mais direcionados estiverem os olhos e as mentes intelectuais frente às novas possibilidades no que concerne ao ensino-aprendizagem abertas, mais teremos chances de enfrentar os desafios pedagógicos que surgem nessa transição por que passa a concepção da educação transmissora à mediadora-coletiva. Percebemos que as inovações educacionais estão sendo perceptivelmente encorajadas a ganharem corpo neste terreno ainda um tanto incipiente, porém, no entanto, já bem estruturado em termos tecnológicos e preparado para ganhar novas dimensões através da quebra de paradigmas de seus agentes atuantes. “Hoje, o agrupamento dos recursos intelectuais sobre a prática pedagógica torna-se uma necessidade, em um mundo onde os domínios de conhecimento são fluidos, em constante mudança e em permanente expansão. E, nesse sentido, podemos tratar os nossos cursos e salas de aula como laboratórios ou locais de campo - no melhor sentido do termo-, e contribuir por meio da nossa formação acadêmica para a melhoria e compreensão de aprendizagem e ensino em nosso campo... o imperativo profissional [para se engajar nesse ato] é ao mesmo tempo individual e comunitário.” (Shulman, 2004a, p. 158).
Algo interessante para tornar os aspectos do ensino mais visíveis é lograr êxito em explorar o poder da gestão sofisticada de conhecimento e tecnologias de apoio à comunidade (como etiquetar, comentar, avaliar ferramentas, modelos de recomendação e ferramentas de rede e marcação sociais) para ajudar educadores a encontrar, analisar em pares e usar um número crescente de coleções de experiência e conhecimento educacional documentado. Isso é a chamada Aprendizagem Common. Outra ferramenta tecnológica interessante de disseminar as experiências educacionais nesse processo em rede é a KEEP Toolkit ( http://www.cfkeep.org). Essa plataforma tornou-se um meio econômico e acessível de alcançar esses objetivos, tornando possível aos usuários tirar proveito da tecnologia Web, a fim de compartilhar seus trabalhos e reflexões sobre a seu trabalho, pois suas principais ferramentas proporcionam aos educadores a capacidade de criar “instantâneos”, súmulas sucintas on-line de experiências de aprendizagem e ensino, além de reflexões, suplementos e recursos relacionados.
As ferramentas tecnológicas podem permitir que os educadores representem seus conhecimentos, tirem proveito da multimídia e os tornem “portáteis”. Como exemplo, temos também o Carnegie Workspace, que oferece lugares para reuniões, repositórios de recursos e portais de informações para apoiar os esforços dos projetos. Ele é usado para a comunicação, colaboração e documentação do trabalho realizado durante o curso do programa, permitindo que ideias preliminares, sucessos e desafios possam ser compartilhados ao longo de cada etapa do processo. Aproveitando o KEEP Toolkit e outras características do Workspace, como o Wiki e fóruns de discussão, os participantes do programa podem eficientemente documentar, compartilhar, comentar e desenvolver ainda mais as suas investigações sobre o ensino e aprendizagem dos alunos. Este espaço de incubação é relativamente seguro e privado – somente participantes e convidados do programa têm acesso – o que permite aos participantes discutir livremente possibilidades e dilemas, bem como processos e métodos. Oferecer um espaço assim pode dar aos participantes a oportunidade de explorar, melhorar e construir sobre o conhecimento e a experiência uns dos outros nos esforços de transformação educacional bem-sucedidos.  
À medida em que avança e se expande o esforço para construir e compartilhar a experiência educacional, ela torna-se mais coletiva e colaborativa, deixando de lado a prática pedagógica individual, de antes da revolução cibernética. E, como não poderia deixar de ser – para que haja a consecução disto, o processo de encontrar linguagem adequada, que transcende as fronteiras disciplinares faz-se necessário junto do incentivo  aos usuários para que entendam e captem o seu conhecimento mantido profundamente implícito. Tudo isso, não é tão simples, mas certamente pode ter resultados ricos e profundamente transformadores dentro de uma comunidade.
Em suma, encarar os desafios de compartilhar o saber requer comprometimento por parte de indivíduos e organizações que apoiam essa melhoria educacional; mas, essa instigação não requer apenas isso para obter engajamento dos atores envolvidos. Gosto, paixão, entusiasmo e participação ativa consciente, melhoria da prática do dia-a-dia juntamente à vontade de compartilhar abertamente e aprender uns com os outros é que são os verdadeiros condutores para a mudança do ensino individual para a aprendizagem coletiva.
A melhor forma para aprendermos com os sucessos e desafios uns dos outros no ensino e na aprendizagem - tirando o máximo das tantas possibilidades que as tecnologias e dos mais recentes resultados que as pesquisas apresentam é conectando pessoas, ferramentas, recursos, saberes em todas as disciplinas, instituições e projetos – fazendo com que haja a compreensão do seu conhecimento local. E, a partir da captura deste conhecimento local o tornamos portátil para outros agentes, que, por sua vez, o utilizarão e o aprimorarão em uma escala de progressivo melhoramento para o benefício de todos os sujeitos dentro de uma comunidade.


Texto de referência:
http://www.abed.org.br/arquivos/Livro_Educacao_Aberta_ABED_Positivo_Vijay.pdf



USO EFICAZ DOS REA








ESPAÇO PARA A INTERAÇÃO T & LC






Desafios na Construção e no compartilhamento 
do conhecimento prático:








TEACHING AND LEARNING COMMONS:



segunda-feira, 18 de junho de 2018

Resenha Compartilhando o conhecimento




Estamos na era do compartilhamento, e, como prova cabal de que juntos podemos extrair
e produzir, de maneira análoga e produtiva, segue o link da resenha criada em grupo,
sobre um tema em que se fez jus literal: compartilhando o conhecimento:



Leandro; Bianchini, Margareth; Maria Salete Prado Soares; Santo, Rui; Kurc, Sheila. Compartilhando o Conhecimento. Criando comunidades virtuais de aprendizagem e prática. São Paulo. ECA/USP, 2006. Disponível em: <http://ccvap.futuro.usp.br/TMP_UPLOAD/files/tc-secs1177516821196__nusp9.pdf>

sexta-feira, 8 de junho de 2018

REA e DesignThinking

REA - DT






O movimento para uma Educação Aberta é uma tentativa de buscar alternativas sustentáveis para algumas das barreiras  em relação ao direito de uma educação de qualidade. Nessa perspectiva, o conceito de “abertura” não dependente necessariamente de desenvolvimentos tecnológicos, e antecede a popularização de dispositivos digitais, da internet e da web, mas pode ser fortalecida por novas mídias.

Esse movimento emergente de educação combina a tradição de partilha de boas idéias com colegas educadores e da cultura da Internet, pautada  pela colaboração e interatividade. Esse modus operandi  é construído sobre a crença de que todos devem ter a liberdade de usar, personalizar, melhorar e redistribuir os recursos educacionais, sem restrições. Educadores, estudantes e outras pessoas que partilham esta crença estão unindo-se em um esforço mundial para tornar a educação mais acessível e mais eficaz. 

Na esteira dessa prática emergente, surge algo muito interessante e que vem ajudando no processo de transformação da educação. É a abordagem "Digital Thinking"  que surgiu na Califórnia, em uma empresa de design e inovação - IDEO, em Palo Alto - região, hoje, denominada Vale do Silício por abrigar boa parte das empresas de tecnologia mais inovadoras do mundo. 

O movimento para Educação Aberta depende de práticas abertas, de uma cultura que promova o compartilhamento e a transparência, imprescinde das condições materiais, o que inclui as instituições, sistemas e recursos educacionais disponíveis.  Práticas e recursos interagem para formar, ou podem partir de novos ambientes educacionais





Fontes:




domingo, 27 de maio de 2018

Advérbio

Advérbio e Locução adverbial



Locução Adverbial: é toda expressão formada por mais de uma palavra e que funciona como advérbio. Ex. As notícias chegaram cedo. As notícias chegaram de manhã. 

• Classificação do Advérbio: 
 Dependendo da circunstância que expressam, os advérbios classificam-se em: 
Lugar: lá, aqui, acima, por fora, perto, longe, dentro, etc. Modo: bem, mal, assim, devagar, às pressas, pacientemente, etc.
Dúvida: talvez, possivelmente, acaso, porventura, etc.
Negação: não, de modo algum, de forma nenhuma, etc.
Afirmação: sim, realmente, com certeza, etc.
 Intensidade: muito, demais, pouco, tão, menos, em excesso, etc.
Tempo: agora, hoje, sempre, logo, de manhã, às vezes, etc.  ip









sexta-feira, 25 de maio de 2018

Colocação pronominal

Próclise, Ênclise e  Mesóclise




Há tempo que a gente fica em dúvida na hora de escrever e fazer a colocação pronominal adequada.
Então, assistiremos à aula do professor Noslen explicando um pouco desse aparente bicho-de-sete-cabeças.



Teste seus conhecimentos:


Agora faça esses exercícios e poste nos comentários desta postagem a quantidade de acertos que você obteve no quiz. Seja franco consigo mesmo. Lembre-se de que essa prática é para você mesmo saber o quanto realmente aprendeu do conteúdo. Acaso erre mais de 4, refaça-os.


Crase

O uso da crase





A palavra crase é de origem grega e significa "fusão", "mistura". Na língua portuguesa, é o nome que se dá à "junção" de duas vogais idênticas.

É de grande importância a crase da preposição "a" com o artigo feminino "a" (s), com o pronome demonstrativo "a" (s), com o "a" inicial dos pronomes aquele (s)aquela (s)aquilo e com o "a" do relativo a qual (as quais). Na escrita, utilizamos o acento grave ( ` ) para indicar a crase.

O uso apropriado do acento grave, depende da compreensão da fusão das duas vogais. É fundamental também, para o entendimento da crase, dominar a regência dos verbos e nomes que exigem a preposição "a". Aprender a usar a crase, portanto, consiste em aprender a verificar a ocorrência simultânea de uma preposição e um artigo ou pronome. Observe:
Vou a   a igreja.
Vou à igreja.

No exemplo acima, temos a ocorrência da preposição "a", exigida pelo verbo ir (ir a algum lugar) e a ocorrência do artigo "a" que está determinando o substantivo feminino igreja. Quando ocorre esse encontro das duas vogais e elas se unem, a união delas é indicada pelo acento grave. Observe os outros exemplos:
Conheço a aluna.
Refiro-me à aluna.

No primeiro exemplo, o verbo é transitivo direto (conhecer algo ou alguém), logo não exige preposição e a crase não pode ocorrer. No segundo exemplo, o verbo é transitivo indireto (referir-se a algo ou a alguém) e exige a preposição "a". Portanto, a crase é possível, desde que o termo seguinte seja feminino e admita o artigo feminino "a" ou um dos pronomes já especificados.

Há duas maneiras de verificar a existência de um artigo feminino "a" (s) ou de um pronome demonstrativo "a" (s) após uma preposição "a":
1- Colocar um termo masculino no lugar do termo feminino que se está em dúvida. Se surgir a forma ao, ocorrerá crase antes do termo feminino. Veja os exemplos:
Conheço "a" aluna. / Conheço o aluno.
Refiro-me ao aluno. / Refiro-me à aluna.

2- Trocar o termo regente acompanhado da preposição a por outro acompanhado de uma preposição diferente (para, em, de, por, sob, sobre). Se essas preposições não se contraírem com o artigo, ou seja, se não surgirem novas formas (na (s), da (s), pela (s),...), não haverá crase. Veja os exemplos:
- Penso na aluna.
- Apaixonei-me  pela aluna.
      - Começou a brigar.- Cansou de brigar- Insiste em brigar.
- Foi punido por brigar.
- Optou por brigar.

Atenção: lembre-se sempre de que não basta provar a existência da preposição "a" ou do artigo "a", é preciso provar que existem os dois.





➽ Agora, faça os exercícios propostos e depois os envie para mariananisemblat@yahooo.com.br

quarta-feira, 23 de maio de 2018

O uso dos porquês

Os tantos porquês de nossa vida


Você tem dúvida toda vez em que decide usar um dos porquês? Bom, você não é o único. A verdade é que cada porquê tem um sentido diferente e é por esse motivo que necessitam de serem diferenciados.

Vejamos, nos casos a seguir, como fica o porquê:

Quando puder substituir por uma vez que, já que, visto que, pois ou para que, ou seja, por conjunções causais, explicativa ou final, será escrito junto e sem acento: porque.

a) Ela não gosta de viajar de ônibus porque demora demais! (visto que, uma vez que)
b) Não vá de ônibus, porque demorará demais! (pois)
c) É preciso que você não vá de ônibus porque, dessa forma, chegue a tempo! (para que)

Quando for substantivo e/ou houver um artigo (o, os, um, uns) antecedendo, será escrito junto e com acento: porquê. Nesse caso, seus substitutos são as palavras: motivo, razão, causa.

a) O porquê de estarmos aqui é que faremos reunião a respeito das férias de dezembro.
b) Dê-me um porquê para continuar a ajudá-lo!
c) Agora, estudaremos o uso dos porquês.

Nas orações interrogativas diretas, ou melhor, nas perguntas, use separado e sem acento: por que:

a) Por que você não veio ontem?
b) Então, por que não podemos ir?

Da mesma forma, quando a oração for afirmativa e puder ser substituído por “pela qual”, pelo qual, pelas quais, pelos quais ou quando a palavra “razão” estiver subentendida, use dessa forma: por que.

a) Este é o motivo por que não mantemos nossas prioridades. (pelo qual)
b) Não entendi por que estamos tão ansiosos, pois de nada adianta! (por que razão)

O acento irá incidir sobre a forma “por que” (por quê) quando este vier ao final de alguma frase ou antes de pausas, ou seja, vírgulas:

a) Não sabia por quê, mas estava muito esperançoso! (por qual razão)
b) Você não foi ao cinema, por quê? (por qual motivo)


Se você preferir aprofundar-se ainda mais com outras dicas, assista a este vídeo e fique fera no entendimento!




Será que você entendeu tudo?

Teste os seus conhecimentos aqui!


Agora o desafio será outro. Crie uma tira no Toondoo usando os seus conhecimentos adquiridos sobre a grafia dos porquês. Escolha no Toondoomaker um quadrinho de quatro divisões, e, dentro de cada um, crie situações para cada uso específico da interjeição recentemente aprendida. A seguir, coloque a imagem no blog da turma.

hífen

O emprego do hífen



Assista ao vídeo abaixo e em seguida realize os exercícios propostos.




Depois de assistir à explanação da professora Débora Marasca, realize este exercício proposto
A seguir, compare as suas respostas ao gabarito.


Literatura brasileira com REA

Possuo a formação na área de Ciências e Letras Inglês, Português e Literatura; Leciono para o Ensino Fundamental a disciplina de Literatura...